5 dicas para manter suas criptomoedas a salvo

O fenômeno das criptomoedas não passou desapercebido pelo cibercrime, que já faturou US$ 10 milhões em golpes com criptomoedas. Para alcançar seus objetivos, costumam usar técnicas de phishing, mas muitas vezes vão além dos cenários ‘comuns’. Inspirados pelos investimentos em ofertas iniciais de moedas virtuais (ICO, Initial Coin Offering) e pela distribuição gratuita de moedas criptografadas, os criminosos virtuais têm conseguido explorar os proprietários de criptomoedas e os novatos no ramo. Outra tendência disputada envolve os golpes de distribuição de criptomoeda. Nesse método, é solicitado que as vítimas enviem uma pequena quantidade de moeda criptografada em troca de um valor muito maior da mesma moeda no futuro. Os criminosos usaram até contas de pessoas famosas nas mídias sociais, como Elon Musk e o fundador do Telegram, Pavel Durov. Com essas contas falsas ou as respostas a tweets de usuários legítimos usando contas falsas, os criminosos conseguem confundir os usuários do Twitter, fazendo com que caiam no golpe e cliquem em respostas de contas fraudulentas. Para proteger suas moedas criptografadas, verifique 5 regras simples:

• Lembre-se de que nada é de graça e seja cético em relação às ofertas que parecem boas demais para ser verdade;

• Confira nas fontes oficiais se há informações sobre a distribuição gratuita de moedas criptografadas. Por exemplo, se encontrar informações sobre a distribuição de moedas em nome do ecossistema de blockchain Binance, que foi invadido recentemente, acesse uma fonte oficial para confirmar;

• Verifique se há terceiros vinculados às transações da carteira para a qual você planeja transferir suas economias. Uma forma de fazer isso é usando os navegadores de blockchain, como etherscan.io ou blockchain.info, que oferecem informações detalhadas sobre qualquer transação de criptomoeda e permitem identificar se uma carteira específica pode ser perigosa;

• Sempre verifique os endereços dos hiperlinks e os dados na barra de endereço do navegador. Pode ser, por exemplo, “blockchain.info”, mas não “blackchaen.info”;

• Salve o endereço de sua carteira eletrônica em uma guia e a acesse a partir daí para não correr o risco de errar o endereço e acabar entrando por acaso em um site de phishing.

Para implementar a sua segurança, manter suas criptomoedas a salvo e evitar dores de cabeça conte com as soluções de antivírus Kaspersky e Bitdefender, além do inovador anti-ransomware Intercept X, disponibilizados pela Raidbr, seu parceiro de segurança!

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